G-7: justiça acreana indefere três
pedidos de revogação de prisão
A revogação foi para: Wolvenar Camargo, Gildo Cesar e Aurélio Cruz.
A decisão é da relatora do processo, a desembargadora Denise Bonfim.
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A justiça acreana indeferiu nesta terça-feira (21) outros dois pedidos de revogação de prisão preventiva para réus presos durante a Operação G7, deflagrada pela Polícia Federal (PF). Os pedidos negados foram para o secretário de Obras do Estado, Wolvenar Camargo e o diretor do Departamento de Pavimentação e Saneamento (Depasa) Gildo Cesar.
Na segunda-feira (20) o pedido de revogação de prisão também já havia sido negado ao ex-secretário de Habitação do Estado, Aurélio Cruz. A decisão dos três pedidos negados, foi da relatora do processo, a desembargadora Denise Bonfim.
Segundo a desembargadora, a denúncia aponta fortes indícios de autoria e participação dos investigados no desvio de recursos públicos, crimes de formação de quadrilha; falsificação de documentos; corrupção ativa e passiva, além de fraude em licitações.
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Na decisão, a relatora do processo garante que a manutenção da prisão é necessária para garantir a ordem pública e econômica, para assegurar a aplicação da lei penal e salienta que o Estado não pode se colocar a serviço de interesses privados.
Entenda o caso
Deflagrada pela PF no dia 10 de maio, a operação G-7 prendeu 15 pessoas, entre servidores estaduais e municipais, gestores públicos e empresários suspeitos de integrar um esquema de fraude de licitações no estado do Acre.
Deflagrada pela PF no dia 10 de maio, a operação G-7 prendeu 15 pessoas, entre servidores estaduais e municipais, gestores públicos e empresários suspeitos de integrar um esquema de fraude de licitações no estado do Acre.
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